8.3.07

Aretha #2

"The Queen Of Soul", "Lady Soul", "Sister Re", chamem-lhe o quiserem, canta assim:

I never love a man

[Em 1967 chegou ao US top 10 com esta canção. Esta é uma interpretação de 1993]

3.3.07

Aretha #1

O Music Hall feito pelos seus visitantes: o Carlos a.a. sugeriu, o Pirata Vermelho ofereceu...

One Step Ahead

[1964/65]

Chain of Fools

[1967]

Rock Steady

[1972]

27.2.07

Lady Marmalade. Descubra as diferenças

Patti Labelle, Sarah Dash e Nona Hendrix

[anos 70]

Christina Aguilera, Pink, Mya, Lil Kim.

[44th Annual Grammy Awards]

26.2.07

Show me

Parabéns miss eliza J.P. doolittle! Tens um quê... :)

16.2.07

Elliot Smith

Say Yes

O João Ricardo na Casa da Música



O pessoal cá da casa adora este rapaz, e diverte-se com as suas histórias muito malucas. Mas ele tem um talento raro e original.
O
João Ricardo faz esculturas-sonoras e cria perfomances onde ensaia novas linguagens sonoras. As suas esculturas são construídas com objectos recuperados - pedaços de metal, bocados de madeira, objectos usados, provenientes da rua, de sucatas ou mesmo do lixo. E acreditem que ele é capaz de criar objectos de luxo-lixo com um som complexo e provocador (dos sentidos). Já o vi gerir uma orquestra com instrumentos criados por ele e pelos participantes de um workshop.
Na Casa da Música, agora, poderão assistir à sua ExposiSom e, todos os sábados, participar em Workshops onde são convidados a interagir com as esculturas. Os Workshops realizam-se todos os Sábados e Domingos, às 14:00 e às 15:30. No Sábado destinam-se ao público em geral (maiores de 12 anos), no Domingo para crianças (com mais de 4 anos/mais um acompanhante). Para visitas escolares ou de grupos (15 a 35 pessoas) liguem para o telefone 220 120 210. Divirtam-se!

holly golightly sings moon river


Breakfast At Tiffany's - As primeiras cenas do filme (e hei-de lá voltar pela manhã. à tarde, a confusão é grande. e procurámos croissants, mas na rua só vendiam hot dogs)

O filme é de 1961. Só em 1993, poucos meses antes da morte de Audrey Hepburn, a canção original cantada e tocada à viola, foi editada em álbum. Nenhuma outra interpretação apagou a memória desta voz frágil.
Pura beleza pura beleza...

Arte no Tempo


A Arte no Tempo tem como objectivo a divulgação da arte musical contemporânea através da promoção de eventos culturais, do incentivo à criação e à interpretação, da edição e da realização de actividades performativas, podendo-se, para tal, estabelecer relações com outras formas de expressão artística.
A criação da Arte no Tempo teve origem nos festivais Jornadas Nova Música (1997 – 2001) e Aveiro Síntese (festival internacional de música electroacústica – 2002) e na necessidade de encontrar uma instituição que pudesse dar cobertura jurídica aos projectos que vinham a ser desenvolvidos, num trabalho empenhado e de rigor.

A actual actividade da Arte no Tempo inclui a preparação de uma colecção de publicações dedicadas à música e aos criadores do nosso tempo, um evento internacional de divulgação da nova música europeia, um ciclo de concertos de música de câmara, a programação musical paralela do Anime Weekend (AveiroExpo) e a criação/manutenção de um espaço, no site, dedicado a “conversas” com algumas interessantes personalidades relacionadas com o meio musical do nosso tempo.


AnT acaba de publicar a primeira entrevista com Christophe Desjardins ou o intérprete criador.

Where have all the flowers gone?

Ute Lemper continua como diva residente, ali, uns posts abaixo. Mas será possível dissociá-la de Marlene Dietrich?
Apeteceu-me ouvi-la. a Marlene. Esta é uma das suas canções preferidas (gravação de 1963). O tema: despojos de guerra.

28.1.07

Ute Lemper II

Sings friedrich hollaender
"Gesetz dem Fall" (o just suppose)

You know and I know you know
and you know I know you know
all that we both need to know
and we've known it all along
and since we both know
neither one will say "no"
Tell me what is it going to take to turn
knowing into a "yes"


ou

My day is gray,
your day is gray
Let us go together!

We both want to hold hands us
And we understand so right!




Arquivo: Ute Lemper I

24.1.07

Sound Poetry

Depois da série Big Ego (II, III, IV, V, VI, VII, VIII) e das óperas de Robert Ashley, o conceito de Sound Poetry - Música Fonética - Escrita Poética Acústica já não é estranho... mas ainda pode ser assim: Larry Wendt e Stephen Ruppenthal.

Para contextualizar, leiam o próprio Larry Wendt, Narrative as Genealogy: Sound Sense in an Era of Hypertext.

17.1.07

Big Ego VII



Laurie Anderson

Dust


DUST, an opera by Robert Ashley and Yukihiro Yoshihara (video direction) whose imaginary setting is a street corner anywhere in the world, where those who live on the fringes of society gather to talk, to each other and to themselves, about life-changing events, missed opportunities, memory, loss and regret.

Five "street people" recount the memories and experiences of one of their group, a man who has lost his legs in some unnamed war. As part of the experience of losing his legs, he began a conversation with God, under the influence of the morphine he was given to ease his pain. Now he wishes that the conversation, which was interrupted when the morphine wore off, could be continued so that he could get the "secret word" that would stop all wars and suffering. (90 minutes)


1. Friends (15:00)
2. Theosophy (9:57)
3. The Priest (9:57)
4. If There's Anything... (9:57) [excerpt]


5. The Little Gun (9:57)
6. Friends (2:53)
7. No Legs (8:30)

Disc 2
1. Don't Get Your Hopes Up (6:02) [excerpt]


2. Just One More Time (6:56) [excerpt]

3. It's Easy (4:36)
4. The Angel of Loneliness (5:04)

12.1.07

Elisabete Matos

Existem certos nomes que não podemos nem devemos desconhecer, mesmo que já os tenhamos perdido para outros mundos maiores que este nosso rectângulo. Um exemplo óbvio e muitas vezes apontado é o de Paula Rego. Vive em Londres. É nossa, mas também já não o é. Não é que cultive o patriotismo desesperado. Gosto muito daqueles versos de Pessoa em O Infante: Deus quis que a Terra fosse toda uma/ Que o mar unisse, já não separasse. (...) E a orla branca foi/ De ilha em continente/ Clareou correndo até ao fim do mundo/ E viu-se a terra inteira, de repente/ Surgiu redonda do azul profundo. Mas sabem, "falta" mesmo "cumprir-se Portugal".

Elisabete Matos é uma soprano lírica e, dizem os entendidos, é fabulosa! Por cá, quem a conhece, para além dos habitués do São Carlos? Leio na Visão/JL: "Já cantou em palcos tão importantes como o do Scala de Milão ou o do Metropolitan de Nova Iorque. Foi Mimi em La Boheme, Tosca na ópera homónima de Puccini e Dona Elvira em Don Giovanni. Vive há 20 anos em Madrid...". Sei que foi Plácido Domingo quem a lançou na cena internacional. Um amigo mais informado esclareceu-me que ela é capaz de interpretar a Abigaille de Nabucco como poucas. Fê-lo há pouco tempo, na Opera de Toulon.

O seu site está escrito em espanhol mas, pesquisando o calendário de concertos para a época 2006/2007, percebo que não podemos acusá-la de ter esquecido Portugal. Lisboa, Porto, Viseu, têm tido e vão ter a honra de a receber. Parece-me pois que é tempo de todos fixarem o seu nome. Elisabete Matos. Merece salas cheias, bilhetes esgotados, certamente muitos aplausos, o que implica, a priori, a nossa curiosidade.



Ballo in maschera - Verdi
Elisabete Matos & Denis O'Neil

11.1.07

Perfect Lives

Robert Ashley, solo voice; Jill Kroesen and David Van Tieghem, chorus; "Blue" Gene Tyranny, keyboards; David Van Tieghem, non-keyboard percussion; Peter Gordon, music producer; Paul Shorr, soundtrack producer.

Perfect Lives has been called "the most influential music/theater/literary work of the 1980s." At its center is the hypnotic voice of Robert Ashley. His continuous song narrates the events of the story and describes a 1980's update of the mythology of small town America. Perfect Lives is populated with myriad characters revolving around two musicians — "R", the singer of myth and legend, and his friend, Buddy, "The World's Greatest Piano Player". They have come to a small town in the Midwest to entertain at the Perfect Lives Lounge. As Robert Ashley describes in the opera synopsis, "they fall in with two locals to commit the perfect crime, a metaphor for something philosophical: in this case, to remove a sizable about of money from The Bank for one day (and one day only) and let the whole world know that it was missing."

The eloping couple, Ed and Gwyn, the old people at the home, the sheriff and his wife (Will and Ida) who finally unravel the mystery, and Isolde who watches the celebration of the changing of the light at sundown from the doorway of her mother's house are some of the characters who journey through the seven episodes of the opera.

Derived from a colloquial idiom, Perfect Lives transforms familiar material into an elaborate metaphor for the rebirth of the human soul. It has been called a comic opera about reincarnation.

Disc 1:
1. The Park (Privacy Rules) (24:25)
2. The Supermarket (Famous People) (24:53)
3. The Bank (Victimless Crime) (25:03) [excerpt]



Disc 2:
1. The Bar (Differences) (24:48) [excerpt]
2. The Living Room (The Solutions) (25:07)



Disc 3:
1. The Church (After the Fact) (24:44)
2. The Backyard (T'Be Continued) (24:45) [excerpt]





Big Ego VI



Robert Ashley - Interiors With Flash
[3:07][1978]