14.12.05

BALADA PARA UN LOCO, de A.Piazzolla - H.Ferrer

Conhecia esta BALADA PARA UN LOCO na voz de Amelita Baltar. Mas esta é a versão de MARIANA AVENA. Mariana é sobrinha do maestro OSVALDO AVENA, guitarrista e compositor argentino. Actualmente vive no Brasil e foi num dos principais Teatros de S. Paulo que estreou El Exílio de Gardel. Esta canção fazia parte desse espectáculo.

12.12.05

O Rapto do Serralho

Quem anda sem inspiração e com fraca vontade, agradece sempre aos amigos, mesmo piratas, que enviem uns alertas. Esta foto é mesmo sublime e a ópera também deve ser. Estreou no dia 9 no São Carlos "O Rapto do Serralho". A ópera de Mozart é dirigida pela britânica Julia Jones. Outro atractivo do programa está no leque de grandes solistas internacionais: os papéis principais estão entregues ao tenor Bruce Ford e às sopranos Iride Martinez e Whal Ran Seo.

Uma história de paixão, mas também uma obra sobre as restrições aos direitos individuais..., que eu não conheço mas que me apetece ficar a conhecer. E vocês, já pensaram em ir ver este
singspiel ?

10.12.05

Mercedes Sosa



Não é a primeira vez que evoco esta diva. Agora Mercedes Sosa lançou um novo álbum. Como diz a canção, canta porque tem vida! Ouçam Corazón Libre!


[Aqui podem ouvir uma entrevista dada por ela]

9.12.05

A soprano Krista Adams-Santili canta...

Presentation of the Rose, Richard Strauss


Les Oiseaux Dans La Charmille - Hoffman's Tales, Jacques Offenbach

2.12.05

SET' 05 de 23 Nov a 4 Dez III

Mahamoud Ahmed no Aveirense
(fotos proibidas. portei-me mal para este péssimo resultado)


Mohamoud Ahmed nasceu em 1941 em Adis Abeba. Tem o porte de um sheikh. O cabelo todo branco. Mas esperem até ele começar a mexer as articulações ou a dançar eskeusta. Vim de lá com vontade de aprender a deslocar omoplatas. Só vendo! E quem viver em Vila Real ou Bragança ainda vai ter oportunidade para o fazer. Mas deixem-se levar, mais rapidamente que os aveirenses, que só nos encores se levantaram e aproximaram do palco. apesar de Ahmed pedir essa participação desde o início, e de a música em si ser um convite.

Para uma primeira impressão deixo-vos este site. Ouçam as músicas que são acompanhadas pela eskeusta, um movimento de abanar dos ombros que pode levar ao êxtase.


Logo à noite, em Aveiro, temos o americano Corey Harris.

1.12.05


Arto Tunçboyaciyan - The Armenian Navy Band
Arto Tunçboyaciyan - The Armenian Navy Band

SET' 05 de 23 Nov a 4 Dez II

Acabo de ver os Armenian Navy Band, que vão estar também em Famalicão (amanhã), Bragança (dia 2) e Vila Real (dia 3). Façam o favor de ir ver o concerto. Só um aviso: se gostarem de dançar não fiquem na primeira fila, a não ser que queiram conhecer pessoalmente o Arto Tunçboyaciyan e não se importem de se exibir para a sala inteira.
Arto é o fundador, percussionista, guitarrista e vocalista da Armenian Navy Band. A música foi o meio que escolheu para expressar as suas maiores aspirações: love, respect and truth (palavras que escreveu no CD que comprei. sim, fui aos autógrafos).
Todas as composições da Armenian Navy Band são originais de Arto Tunçboyaciyan que, insiste, têm o som da sua vida. É uma música que tem raízes nas tradições musicais da Arménia e da Anatólia fundidas com o jazz contemporâneo.
Fiquem com uma (pequenina) ideia:



Here's To You Ararat



For The Souls of Those Who Passed







Em Aveiro, ainda vamos poder ver Mahmoud Ahmed (amanhã), Correy Harris e Toumani Diabaté (dia 2) e June Tabor (dia 3). Aqui no Divas a June vai continuar a cantar (coluna da direita) até porque ando a ouvir aleyn, o seu último álbum.

The Armenian Navy Band

25.11.05

The Green Fields of France ou No Man's Land

Uma das canções mais pungentes do pós Grande Guerra é The Green Fields of France, escrita por Eric Bogle no início dos anos 70. Bogle transformou um lamento tradicional escocês numa dramática canção sobre a I Guerra Mundial.

A canção fala do soldado William McBride, morto em 1916. Quando a guerra termina um homem (ou mulher) senta-se na sua campa em França e fala com ele. Did you know what you died for, Willie? Did you really believe them, that this war would end wars? The killing and dying - it was all done in vain.

The Green Fields of France foi interpretada por vários artistas. Esta é a versão original de Eric Bogle.



A mesma canção, mas com um nome diferente, No Man's Land, foi cantada à capela pela cantora de folk britânica June Tabor, num concerto pela Paz em Passendale, Bélgica (1992). Esta é a gravação dessa actuação ao vivo.

SET' 05 de 23 Nov a 4 Dez

Já começou o SET - Sons em Trânsito, IV Festival de Músicas do Mundo. Nasceu em Aveiro, mas este ano vai alargar-se a outras três cidades, Bragança, Famalicão e Vila Real.

Nesta edição, a programação inclui, para além dos concertos, uma extensão da Amostra de Cinema Africano de Almada (Teatro Aveirense, dias 28 e 29, às 18h30 e às 21h30), sessões de Contos (a não perder: os contadores Carles Garcia Domingo, António Fontinha e Diego Calavia) e Feiras do livro e da música.

Destaque para os músicos que vão subir aos palcos do SET:
Armenian Navy Band - Celso Fonseca - Corey Harris - Danças Ocultas - Faiz Ali Faiz - June Tabor - Mahmoud Ahmed - Toumani Diabaté - Victor Gama

21.11.05

16.11.05

11.11.05

Vou partilhar com vocês um presente que me foi oferecido. O Sibelius compreende se forem ali silenciá-lo, vai deixar que seja o Chopin a arrebatar-vos. Garanto que existe um antes e um depois deste Opus 10-12... e sim, é mais forte que o momento Coca-Cola Light.

SYBELIUS - Concerto in D minor for violin and orchestra



Hoje, Jean SIBELIUS. A solista é Patricia Kopatchinskaja.

Ando a descobrir novos concertos para violino seguindo as sugestões do Joaquim Pavão. Falou-me também de Mendelsohn e Max Bruch (os próximos). Quanto aos intérpretes, fiquem com o conselho que ele me deu: escola russa dos anos 60 e 70.

5.11.05

Concerto para Violino e Orquestra em Ré, Op. 35 de TCHAIKOVSKY

Encontrei finalmente este concerto (completo) na net. Tem três andamentos:
1. Allegro Moderato

(solista: Paul Galluzo)

2. Canzonetta (Andante)
3. Finale (Allegro vivacissimo)

Se vos interessar ouvir/gravar todo o concerto, ofereço-vos o link directo.

Descobri este concerto há muitos anos e continuo fiel amantíssima. Deixem-se levar pelos humores do violino, escutem as várias frases e o diálogo com a orquestra. Eu já torci um pé depois de uma pirueta seguida de deslizamento em tapete de sala. Foi no tempo em que dançava ao som de qualquer música. E em que imaginava cenários que justificassem tanto sentimento.

Se quiserem comprar, aconselho a versão da BBC Symphony Orchestra, com Salvatore Accardo como solista e direcção de Sir Colin Davis.

18.10.05

5.10.05

Sokolsky

Desesperadamente à procura de companhia para tomar um copo... e ainda por cima tenho que gramar com as músicas de todos os filmes do James Bond!