9.12.05

A soprano Krista Adams-Santili canta...

Presentation of the Rose, Richard Strauss


Les Oiseaux Dans La Charmille - Hoffman's Tales, Jacques Offenbach

2.12.05

SET' 05 de 23 Nov a 4 Dez III

Mahamoud Ahmed no Aveirense
(fotos proibidas. portei-me mal para este péssimo resultado)


Mohamoud Ahmed nasceu em 1941 em Adis Abeba. Tem o porte de um sheikh. O cabelo todo branco. Mas esperem até ele começar a mexer as articulações ou a dançar eskeusta. Vim de lá com vontade de aprender a deslocar omoplatas. Só vendo! E quem viver em Vila Real ou Bragança ainda vai ter oportunidade para o fazer. Mas deixem-se levar, mais rapidamente que os aveirenses, que só nos encores se levantaram e aproximaram do palco. apesar de Ahmed pedir essa participação desde o início, e de a música em si ser um convite.

Para uma primeira impressão deixo-vos este site. Ouçam as músicas que são acompanhadas pela eskeusta, um movimento de abanar dos ombros que pode levar ao êxtase.


Logo à noite, em Aveiro, temos o americano Corey Harris.

1.12.05


Arto Tunçboyaciyan - The Armenian Navy Band
Arto Tunçboyaciyan - The Armenian Navy Band

SET' 05 de 23 Nov a 4 Dez II

Acabo de ver os Armenian Navy Band, que vão estar também em Famalicão (amanhã), Bragança (dia 2) e Vila Real (dia 3). Façam o favor de ir ver o concerto. Só um aviso: se gostarem de dançar não fiquem na primeira fila, a não ser que queiram conhecer pessoalmente o Arto Tunçboyaciyan e não se importem de se exibir para a sala inteira.
Arto é o fundador, percussionista, guitarrista e vocalista da Armenian Navy Band. A música foi o meio que escolheu para expressar as suas maiores aspirações: love, respect and truth (palavras que escreveu no CD que comprei. sim, fui aos autógrafos).
Todas as composições da Armenian Navy Band são originais de Arto Tunçboyaciyan que, insiste, têm o som da sua vida. É uma música que tem raízes nas tradições musicais da Arménia e da Anatólia fundidas com o jazz contemporâneo.
Fiquem com uma (pequenina) ideia:



Here's To You Ararat



For The Souls of Those Who Passed







Em Aveiro, ainda vamos poder ver Mahmoud Ahmed (amanhã), Correy Harris e Toumani Diabaté (dia 2) e June Tabor (dia 3). Aqui no Divas a June vai continuar a cantar (coluna da direita) até porque ando a ouvir aleyn, o seu último álbum.

The Armenian Navy Band

25.11.05

The Green Fields of France ou No Man's Land

Uma das canções mais pungentes do pós Grande Guerra é The Green Fields of France, escrita por Eric Bogle no início dos anos 70. Bogle transformou um lamento tradicional escocês numa dramática canção sobre a I Guerra Mundial.

A canção fala do soldado William McBride, morto em 1916. Quando a guerra termina um homem (ou mulher) senta-se na sua campa em França e fala com ele. Did you know what you died for, Willie? Did you really believe them, that this war would end wars? The killing and dying - it was all done in vain.

The Green Fields of France foi interpretada por vários artistas. Esta é a versão original de Eric Bogle.



A mesma canção, mas com um nome diferente, No Man's Land, foi cantada à capela pela cantora de folk britânica June Tabor, num concerto pela Paz em Passendale, Bélgica (1992). Esta é a gravação dessa actuação ao vivo.

SET' 05 de 23 Nov a 4 Dez

Já começou o SET - Sons em Trânsito, IV Festival de Músicas do Mundo. Nasceu em Aveiro, mas este ano vai alargar-se a outras três cidades, Bragança, Famalicão e Vila Real.

Nesta edição, a programação inclui, para além dos concertos, uma extensão da Amostra de Cinema Africano de Almada (Teatro Aveirense, dias 28 e 29, às 18h30 e às 21h30), sessões de Contos (a não perder: os contadores Carles Garcia Domingo, António Fontinha e Diego Calavia) e Feiras do livro e da música.

Destaque para os músicos que vão subir aos palcos do SET:
Armenian Navy Band - Celso Fonseca - Corey Harris - Danças Ocultas - Faiz Ali Faiz - June Tabor - Mahmoud Ahmed - Toumani Diabaté - Victor Gama

21.11.05

16.11.05

11.11.05

Vou partilhar com vocês um presente que me foi oferecido. O Sibelius compreende se forem ali silenciá-lo, vai deixar que seja o Chopin a arrebatar-vos. Garanto que existe um antes e um depois deste Opus 10-12... e sim, é mais forte que o momento Coca-Cola Light.

SYBELIUS - Concerto in D minor for violin and orchestra



Hoje, Jean SIBELIUS. A solista é Patricia Kopatchinskaja.

Ando a descobrir novos concertos para violino seguindo as sugestões do Joaquim Pavão. Falou-me também de Mendelsohn e Max Bruch (os próximos). Quanto aos intérpretes, fiquem com o conselho que ele me deu: escola russa dos anos 60 e 70.

5.11.05

Concerto para Violino e Orquestra em Ré, Op. 35 de TCHAIKOVSKY

Encontrei finalmente este concerto (completo) na net. Tem três andamentos:
1. Allegro Moderato

(solista: Paul Galluzo)

2. Canzonetta (Andante)
3. Finale (Allegro vivacissimo)

Se vos interessar ouvir/gravar todo o concerto, ofereço-vos o link directo.

Descobri este concerto há muitos anos e continuo fiel amantíssima. Deixem-se levar pelos humores do violino, escutem as várias frases e o diálogo com a orquestra. Eu já torci um pé depois de uma pirueta seguida de deslizamento em tapete de sala. Foi no tempo em que dançava ao som de qualquer música. E em que imaginava cenários que justificassem tanto sentimento.

Se quiserem comprar, aconselho a versão da BBC Symphony Orchestra, com Salvatore Accardo como solista e direcção de Sir Colin Davis.

18.10.05

5.10.05

Sokolsky

Desesperadamente à procura de companhia para tomar um copo... e ainda por cima tenho que gramar com as músicas de todos os filmes do James Bond!

3.10.05

Músicas 007

Paul Mcartney - Live and let die


Garbage - World is not enough


Carly Simon - The spy who loved me


Sheena Easton - For your eyes only



Sheryl Crow - Tomorrow never dies


Tom Jones - ThunderBall


Herb Albert & The Tijuana Brass - Casino Royale



(Continua)

12.9.05

Diamanda Galás


Diamanda Galás. Na Casa da Música, dia 18 de Setembro, La serpenta canta.

5.9.05

Al Jolson


Irving Berlin escreveu "Let me sing and I'm happy" para Al Jolson cantar em Mammy (de Michael Curtiz). Uma canção composta especialmente para the world's greatest entertainer! Al Jolson acumulou créditos em Hollywood, nas primeiras décadas do século XX. Foi ele o primeiro actor a falar num filme (The Jazz Singer de Alan Crosland, 1927). Músico, cantor e compositor, actor, faz parte da nossa memória colectiva e convém ir buscá-lo ao baú. Woody Allen, em Sweet and Lowdown, não se esqueceu de o fazer!

Quem nunca tiver ouvido falar dele, está a tempo de se redimir - aqui, o site oficial e aqui, apenas a filmografia.

You made me love You (1913)


I wonder why she kept on saying Si-Si-Si-Si-Senor (1918)