25.11.05

The Green Fields of France ou No Man's Land

Uma das canções mais pungentes do pós Grande Guerra é The Green Fields of France, escrita por Eric Bogle no início dos anos 70. Bogle transformou um lamento tradicional escocês numa dramática canção sobre a I Guerra Mundial.

A canção fala do soldado William McBride, morto em 1916. Quando a guerra termina um homem (ou mulher) senta-se na sua campa em França e fala com ele. Did you know what you died for, Willie? Did you really believe them, that this war would end wars? The killing and dying - it was all done in vain.

The Green Fields of France foi interpretada por vários artistas. Esta é a versão original de Eric Bogle.



A mesma canção, mas com um nome diferente, No Man's Land, foi cantada à capela pela cantora de folk britânica June Tabor, num concerto pela Paz em Passendale, Bélgica (1992). Esta é a gravação dessa actuação ao vivo.

SET' 05 de 23 Nov a 4 Dez

Já começou o SET - Sons em Trânsito, IV Festival de Músicas do Mundo. Nasceu em Aveiro, mas este ano vai alargar-se a outras três cidades, Bragança, Famalicão e Vila Real.

Nesta edição, a programação inclui, para além dos concertos, uma extensão da Amostra de Cinema Africano de Almada (Teatro Aveirense, dias 28 e 29, às 18h30 e às 21h30), sessões de Contos (a não perder: os contadores Carles Garcia Domingo, António Fontinha e Diego Calavia) e Feiras do livro e da música.

Destaque para os músicos que vão subir aos palcos do SET:
Armenian Navy Band - Celso Fonseca - Corey Harris - Danças Ocultas - Faiz Ali Faiz - June Tabor - Mahmoud Ahmed - Toumani Diabaté - Victor Gama

21.11.05

16.11.05

11.11.05

Vou partilhar com vocês um presente que me foi oferecido. O Sibelius compreende se forem ali silenciá-lo, vai deixar que seja o Chopin a arrebatar-vos. Garanto que existe um antes e um depois deste Opus 10-12... e sim, é mais forte que o momento Coca-Cola Light.

SYBELIUS - Concerto in D minor for violin and orchestra



Hoje, Jean SIBELIUS. A solista é Patricia Kopatchinskaja.

Ando a descobrir novos concertos para violino seguindo as sugestões do Joaquim Pavão. Falou-me também de Mendelsohn e Max Bruch (os próximos). Quanto aos intérpretes, fiquem com o conselho que ele me deu: escola russa dos anos 60 e 70.

5.11.05

Concerto para Violino e Orquestra em Ré, Op. 35 de TCHAIKOVSKY

Encontrei finalmente este concerto (completo) na net. Tem três andamentos:
1. Allegro Moderato

(solista: Paul Galluzo)

2. Canzonetta (Andante)
3. Finale (Allegro vivacissimo)

Se vos interessar ouvir/gravar todo o concerto, ofereço-vos o link directo.

Descobri este concerto há muitos anos e continuo fiel amantíssima. Deixem-se levar pelos humores do violino, escutem as várias frases e o diálogo com a orquestra. Eu já torci um pé depois de uma pirueta seguida de deslizamento em tapete de sala. Foi no tempo em que dançava ao som de qualquer música. E em que imaginava cenários que justificassem tanto sentimento.

Se quiserem comprar, aconselho a versão da BBC Symphony Orchestra, com Salvatore Accardo como solista e direcção de Sir Colin Davis.

18.10.05

5.10.05

Sokolsky

Desesperadamente à procura de companhia para tomar um copo... e ainda por cima tenho que gramar com as músicas de todos os filmes do James Bond!

3.10.05

Músicas 007

Paul Mcartney - Live and let die


Garbage - World is not enough


Carly Simon - The spy who loved me


Sheena Easton - For your eyes only



Sheryl Crow - Tomorrow never dies


Tom Jones - ThunderBall


Herb Albert & The Tijuana Brass - Casino Royale



(Continua)

12.9.05

Diamanda Galás


Diamanda Galás. Na Casa da Música, dia 18 de Setembro, La serpenta canta.

5.9.05

Al Jolson


Irving Berlin escreveu "Let me sing and I'm happy" para Al Jolson cantar em Mammy (de Michael Curtiz). Uma canção composta especialmente para the world's greatest entertainer! Al Jolson acumulou créditos em Hollywood, nas primeiras décadas do século XX. Foi ele o primeiro actor a falar num filme (The Jazz Singer de Alan Crosland, 1927). Músico, cantor e compositor, actor, faz parte da nossa memória colectiva e convém ir buscá-lo ao baú. Woody Allen, em Sweet and Lowdown, não se esqueceu de o fazer!

Quem nunca tiver ouvido falar dele, está a tempo de se redimir - aqui, o site oficial e aqui, apenas a filmografia.

You made me love You (1913)


I wonder why she kept on saying Si-Si-Si-Si-Senor (1918)








Music devout

FREE ALBUMS GALORE

4.9.05

Link para um belo dia de Domingo!

Charles Trenet

Charles Trenet. Lembram-se dele? De certeza que conhecem La Mer... (link para que fiquem com um cheirinho de La Mer). Charles Trenet teve uma carreira com uma longevidade fenomenal e inspirou outros grandes nomes da canção francesa, de Léo Ferré a Charles Aznavour, passando por Georges Brassens, Jacques Brel, Jean Ferrat ou Jacques Higelin (em França ouvi Higelin apresentar o seu último álbum dedicado, precisamente, a Trenet).

LA MER
Paroles et Musique: Charles Trenet
© - 1946

La mer
Qu'on voit danser le long des golfes clairs
A des reflets d'argent
La mer
Des reflets changeants
Sous la pluie

La mer
Au ciel d'été confond
Ses blancs moutons
Avec les anges si purs
La mer
Bergère d'azur
Infinie

Voyez
Près des étangs
Ces grands roseaux mouillés
Voyez
Ces oiseaux blancs
Et ces maisons rouillées

La mer
Les a bercés
Le long des golfes clairs
Et d'une chanson d'amour
La mer
A bercé mon cœur pour la vie

30.8.05

1. Léo Ferré canta Verlaine e Rimbaud

É um Cd Livro (duplo), Maudits soient-ils! (saiu já em Outubro de 2004).

  • Paul Verlaine

Les pensionnaires


Art poétique


Il pleure dans mon coeur



Para ouvir o mesmo Léo Ferré a declamar Arthur Rimbaud, vá aqui.

2. Maudits soient-ils !

Préambule

Nous ne connaissons pas, avec suffisamment de précisons, les circonstances dans lesquelles ont été réalisés les enregistrements publiés dans ce double album. Nous sommes donc condamnés, dans l¹état actuel de nos connaissances, à la pratique délicate de la déduction et des suppositions hasardeuses. Sans compter que les diverses bandes retrouvées dans les archives personnels de Léo ne constituent sans doute pas la totalité des prises enregistrées à l¹époque lors des diverses séances. D¹autre part la qualité sonore de ces enregistrements n¹est pas toujours exempte de reproches, cependant toutes les techniques modernes de restauration ont été utilisées afin de permettre un confort d¹écoute optimal. Précisons qu¹il n¹a été pratiqué à aucun montage ni à aucune coupure, y recourir eut été facile voire tentant, mais nous tenions à préserver cet atmosphère intime du moment de la création. Ainsi, telles de petites souris indiscrètes nous devenons les témoins privilégiés de ces instants extraordinaires ou le musicien en pleine inspiration nous entrouvre les portes de son jardin secret.