De Manuel de Falla (Espanha, 1846-1976), Danza del Fuego, peça da obra El Amor Bruto.
Mischa Maisky plays 'Fire Dance' (Danza ritual del fuego), an excerpt of Manuel
de Falla's ballet 'El Amor Brujo'. Filmed at Yellow Lounge in Berlin, 3-5-2004,
with Karin Lechner on piano.
(...) Irene Ah! Whither should we fly, or fly from whom? The Lord is
still the same, today, for ever, And his protection here, and
everywhere. Though gath'ring round our destin'd heads The storm now
thickens, and looks big with fate, Still shall thy servants wait on Thee, O
Lord, And in thy saving mercy put their trust.
18. Air
Irene As with rosy steps the morn, Advancing,
drives the shades of night, So from virtuous toil well-borne, Raise Thou
our hopes of endless light. Triumphant saviour, Lord of day, Thou art the
life, the light, the way! As with rosy steps. . .
Em Melancholia, Wagner. No Anticristo, Händel. A música ao serviço do cinema. A fotografia _Manuel Alberto Claro_Anthony Dod Mantle_ ao serviço do cinema. Heidegger. do sentido do ser. ser que caminha para a morte. O Dasein. em Lars von Trier.
Dia 19-11, Teatro Aveirense: O programa dos Festivais de Outono 2011 encerrou no Teatro Aveirense com Pedro Burmester ao piano, acompanhado pela Orquestra Filarmonia das Beiras e Orquestras de Sopros e Cordas do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. A direcção do concerto esteve a cargo de Luís Carvalho e do programa constaram obras de Richard Strauss, FREDERICO DE FREITAS e Berlioz.
No programa lê-se ainda:
«A exemplo dos anos mais recentes, a edição 2011 dos Festivais de Outono manteve a mesma filosofia. A sua identidade reside na preocupação em ser um festival inclusivo e não exclusivo, em possibilitar encontros de linguagens e de práticas musicais de quadrantes diversos e em reunir as sinergias necessárias à implementação de projectos especiais que aliem as novas tecnologias da imagem à música.»
___apetece-me "Mad Scene", "Il dolce suono", cantada pela soprano albanesa Inva Mula (interpretada pela actriz francesa Maïwenn Le Besco). Da ópera "Lucia di Lammermoor" de Gaetano Donizetti. A loucura de Besson... Ah, quella voce m'e qui nel cor discesa! (ah, aquela voz que desce até ao meu coração!)
Il dolce suono mi colpi di sua voce! Ah, quella voce m'e qui nel cor discesa! Edgardo! io ti son resa, Edgardo, mio! fuggita io son de tuoi nemici. Un gelo me serpeggia nel sen! trema ogni fibra! vacilla il pie! Presso la fonte meco t'assidi al quanto! Ohime, sorge il tremendo fantasma e ne separa! Qui ricovriamo, Edgardo, a pie dell'ara. Sparsa e di rose! Un armonia celeste, di, non ascolti? Ah, l'inno suona di nozze! Il rito per noi s'appresta! Oh, me felice! Oh gioia che si sente, e non si dice! Ardon gl'incensi! Splendon le sacre faci, splendon intorno! Ecco il ministro! Porgime la destra! Oh lieto giorno! Al fin son tua, al fin sei mia, a me ti dona un Dio. Ogni piacer piu grato, mi fia con te diviso Del ciel clemente un riso
OU A TRADUÇÃO PARA INGLÊS:
The sweet sound, hits me, his voice! Ah, that voice into my heart decends! Edgardo, I surrender to you A chill creeps into my breast! trembles every fiber! falters my foot! Near the fountain next to me sit a while! Alas! arises a tremendous phantom and separates us! Here let us take refuge, by the foot of the alter. Strewn is it with roses! A harmony celestial, do you not hear? Ah, the marrige hymn plays! The ceremony for us draws near! Happiness! Oh, joy that one feels and does not speak of! The incense burns! Brilliant the sacred torches, shining all around! Here is the minister! Give me your right hand! Oh, joyous day! At last, I am your, at last you are mine, to me you have been given by God. Every pleasure is more grateful, (it is) to me, with you, more sweet From peaceful heaven a smile life to us will be.
«A me non succede di cominciare dalla prima nota e finire con l’ultima […]. Seguo un percorso di prospettiva generale, che non è assolutamente rettilineo. […] Ecco perché inseguo subito la visione d’insieme con i diagrammi di flusso. […] È una metodologia che ho messo a punto da oltre quarant’anni, e che ritengo adatta a me e al momento che stiamo vivendo. […] Un diagramma è come una partitura ‘prosciugata’ ma con delle informazioni in più. In poco spazio permette di abbracciare tutta la composizione, dall’inizio alla fine, e di avere il dominio della forma, del tempo e della relazione fra gli eventi».
O Silêncio vai instalar-se em Aveiro entre 15 e 24 de Abril.
Estejam à escuta. Vai haver mais notícias. Schuuu.
É um amor antigo. Inspirador. Descobri-o agora numa versão da Chicago Symphony Orchestra, com o poema apresentado em três línguas, incluindo o chinês: o poema original foi composto por Meng Haoran (孟浩然) e Wang Wei (王維) na Dinastia Tang (唐朝). A atracção pelo orientalismo atravessava Viena (e chegou até nós: lembram-se de O Mandarim de Eça de Queirós?). Ponham o volume no máximo. Na verdade, podem esquecer o poema e imaginar sentidos próprios. todos os sentidos. cor odor sabor pele da terra, dos quatro elementos.
Gustav Mahler Das Lied von der Erde (The Song of the Earth) Final Movement - Der Abschied (The Farewell) Performed by Yvonne Minton - Conducted by Sir Georg Solti with the Chicago Symphony Orchestra
Meng Haoran Staying at Teacher’s Mountain Retreat, Awaiting a Friend in Vain Dusk sun passes the western peak Valleys have suddenly darkened moon above pine trees chills the night wind, brook, filled with clear sound woodcutters are almost all home birds, in mist, are roosting The man expected to stay the night has not yet come lonely lute awaits at rattan trail
Wang Wei Farewell Dismount horse, drink your wine Ask you: "Where to?" You say: "At odds with the world Return to rest by the South Hill." Please go. Ask no more. Endless, the white clouds.
Wang Wei Farewell in the Mountain Bid each other farewell in the mountain Closing wooden gate at dusk Spring grass green again next year* Will the honored friend return?
Viver dentro do sonho, eternamente na Primavera... Respirar a rosa antes de a desfolhar... Tudo é permitido no dia dos amorosos. que acontece sempre que nos emocionamos!
Roméo et Juliette (Romeu e Julieta), ópera em 5 actos de Charles Gounod, com libreto de Jules Barbier e Michel Carré, baseado na peça homónima de William Shakespeare. Estreou no Théâtre Lyrique de Paris, a 27 de abril de 1867. Aqui, «Je veux vivre dans ce rêve» (Acto I ) pela Divina. Fabuleux!
Je veux vivre Dans ce rêve qui m'enivre Ce jour encore, Douce flamme Je te garde dans mon âme Comme un trésor! Je veux vivre, ... Cette ivresse de jeunesse Ne dure, hêlas! qu'un jour! Puis vient l'heure où l'on pleure, le cœur cède à l'amour Et le bonheur fuit sans retour. Je veux vivre, ... Puis vient l'heure Où l'on pleure. Loin de l'hiver morose Laisse moi, laisse moi sommeiller Et respirer la rose, Avant de l'effeuiller. Ah! - Ah! - Ah! Douce flamme! Reste dans mon âme Comme un doux trésor Longtemps encore. Ah! - Comme un trésor Longtemps encore
Mozart nasceu a 27 de Janeiro de 1756. É o pretexto para voltar à minha ária preferida de Don Giovanni (Acto II, cena 2). Donna Elvira é a Divina Callas. Para ouvir até ao fim e com o volume no máximo...
Mi tradì, quell' alma ingrata, Infelice, o Dio, mi fa. Ma tradita e abbandonata, Provo ancor per lui pietà. Quando sento il mio tormento, Di vendetta il cor favella, Ma se guardo il suo cimento, Palpitando il cor mi va.
Guilhermina Suggia e Pablo Casals in "Guilhermina Suggia, el amor oculto de Pablo Casals" de Ana Férrin
C O N F E R Ê N C I A
TEATRO DE SÃO CARLOS – 12 de Março (2ª-feira) 18,30h
A ANTENA 2 e a ASSOCIAÇÃO GUILHERMINA SUGGIA promovem no Teatro Nacional de São Carlos (foyer) uma conferência acerca da vida e obra da grande violoncelista portuguesa GUILHERMINA SUGGIA (1885-1950).
CONFERENCISTAS: - ANITA MERCIER (professora da prestigiada JUILLIARD SCHOOL de Nova Iorque), que escreve uma biografia sobre Guilhermina Suggia (Guilhermina Suggia:The Life of a Cellist), a editar em Londres por Ashgate Publishing, no próximo ano; - ISABEL MILLET (escritora e filha da aluna e testamentária de Guilhermina Suggia, ISABEL CERQUEIRA) que escreve uma trilogia sobre Guilhermina Suggia.
PARTICIPAÇÃO MUSICAL (ao vivo): - PAULO GAIO LIMA, violoncelista (aluno de Madalena Sá Costa, uma das alunas de Suggia, e vencedor do PRÉMIO SUGGIA no PORTO em 1979)
Existem certos nomes que não podemos nem devemos desconhecer, mesmo que já os tenhamos perdido para outros mundos maiores que este nosso rectângulo. Um exemplo óbvio e muitas vezes apontado é o de Paula Rego. Vive em Londres. É nossa, mas também já não o é. Não é que cultive o patriotismo desesperado. Gosto muito daqueles versos de Pessoa em O Infante: Deus quis que a Terra fosse toda uma/ Que o mar unisse, já não separasse. (...) E a orla branca foi/ De ilha em continente/ Clareou correndo até ao fim do mundo/ E viu-se a terra inteira, de repente/ Surgiu redonda do azul profundo. Mas sabem, "falta" mesmo "cumprir-se Portugal".
Elisabete Matos é uma soprano lírica e, dizem os entendidos, é fabulosa! Por cá, quem a conhece, para além dos habitués do São Carlos? Leio na Visão/JL: "Já cantou em palcos tão importantes como o do Scala de Milão ou o do Metropolitan de Nova Iorque. Foi Mimi em La Boheme, Tosca na ópera homónima de Puccini e Dona Elvira em Don Giovanni. Vive há 20 anos em Madrid...". Sei que foi Plácido Domingo quem a lançou na cena internacional. Um amigo mais informado esclareceu-me que ela é capaz de interpretar a Abigaille de Nabucco como poucas. Fê-lo há pouco tempo, na Opera de Toulon.
O seu site está escrito em espanhol mas, pesquisando o calendário de concertos para a época 2006/2007, percebo que não podemos acusá-la de ter esquecido Portugal. Lisboa, Porto, Viseu, têm tido e vão ter a honra de a receber. Parece-me pois que é tempo de todos fixarem o seu nome. Elisabete Matos. Merece salas cheias, bilhetes esgotados, certamente muitos aplausos, o que implica, a priori, a nossa curiosidade.
Wolfgang Amadeus Mozart nasceu no dia 27 de janeiro de 1756. O Music Hall festeja o 250° aniversário do seu nascimento com uma das Sinfonias mais conhecidas. Quem nunca ouviu...
Les Oiseaux Dans La Charmille - Hoffman's Tales, Jacques Offenbach
11.11.05
Vou partilhar com vocês um presente que me foi oferecido. O Sibelius compreende se forem ali silenciá-lo, vai deixar que seja o Chopin a arrebatar-vos. Garanto que existe um antes e um depois deste Opus 10-12... e sim, é mais forte que o momento Coca-Cola Light.