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2.8.12

Ahmada

Ahmada - OffSide Trick ft Bi Kidude

Kijiti

Bi Kidude & Culture Musical Club - Kijiti (Live Taarab) 
[Fatuma binti Baraka (aka Bi.Kidude) is a Zanzibari Taarab singer. She is considered the undisputed queen of Taarab and Unyago music and is also a protégé of Siti binti Saad. Bi Kidude was born in the village of Mfagimaringo, she was the daughter of a coconut seller in colonial Zanzibar. Bi Kidude's exact date of birth is unknown, much of her life story is uncorroborated, giving her an almost mythical status.]

1.8.12

I Got Dreams

Angelique Kidjo - I Got Dreams - unplugged

19.5.12

Warda al-Jazairia

Mais uma diva da música que desaparece: a árabe Warda al-Jazairia. Começou a carreira a cantar em Paris versões dos lendários egípcios Umm Kulthoum, Mohammed Abdelwahab e Abdelhalim Hafez. Pertenceu a muitos lugares. França (onde nasceu), Algéria e Líbano (ascendência), Egipto (onde residiu). Foi uma figura (política) controversa. «O seu apoio à Frente Nacional de Libertação (FLN) durante a guerra da Argélia forçou-a a deixar a França, em 1958. Refugiada, primeiro, em Rabat (Marrocos) e depois em Beirute (Líbano), Warda decidiu mudar-se para o Egipto, onde teve lições com os mestres que emulava. (...) Admiradora de Gamal Abdel Nasser e dos seus ideais pan-arabistas, Warda nunca perdeu esse fervor nacionalista. “El Ghala”, uma das suas canções, de um repertório que vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo, tornou-se controversa....» . ______ Uma vida que se cruza com a História de uma África que conhecemos mal.

19.12.11

«Não há ninguém que diga mal da Cesária»

Morreu uma diva! Acredito que, em Cabo Verde e em muitos outros pedaços do mundo, todos sintam que estão de «pés descalços»! 

22.1.09

Djavan

HUMBIUMBI

Composição do angolano Filipe Mukenga, adaptada por Djavan

21.9.07

Cheb Khaled

DIDI


Recordar o espectáculo na Casa da Música e como a plateia se amotinou para dançar les chansons rai. Ou Khaled no camarim envidraçado e suas Didi na praça a chamar por ele. Khaled!!!!

22.3.07

Lura

Na ri na

So um cartinha


Dia pleno para a lusofonia, em Aveiro. A poesia é a música das palavras e a música dos sentidos, disse Nuno Júdice na apresentação de "Poesia, uma Cartografia de Emoções". depois de alguns dos seus versos terem sido cantados pelo Grupo Poético de Aveiro e de uma introdução à sua obra pelo Professor Luis Serrano. ainda nesta sessão, na Biblioteca Municipal, ficámos a conhecer o vencedor do primeiro Prémio de Poesia Nuno Júdice: José Jorge Letria.

À noite, foi a vez da música dos movimentos de Lura. Gostei de ver Cabo Verde no palco do Teatro Aveirense. Na ri na, Oh na ri na, Nu ta brinka so iá iá (de Orlando Pantera) que se ouvia nas ruas de Vila do Porto ou do Mindelo, chegou cá!

sem esquecer os Cantantes da Confraria de S. Gonçalo, bons cagaréus que nunca tinha visto actuar, e que nos divertiram na primeira parte da gala de aniversário da revista ponte&vírgulas. sim, porque esse foi o pretexto. ficou para o fim, mas parabéns!

4.10.06

andar para trás no arquivo

Magida El Roumi




... e eu não escrevi um post sobre o fabuloso concerto do Cheb Khaled na Casa da Música (em Junho 2005)! A minha preguiça surpreende-me. Se este argelino, rei do rai, voltar ao nosso país, façam questão de o ir ver. No Porto, a sala amotinou-se e esqueceu as regras de comportamento que a administração exigia; ninguém ficou sentado, nem uma alma resistiu ao ritmo e à dança. Parece que em Londres aconteceu o mesmo!

um pouco de ordem no arquivo

Arabic Language Singers (link)

Música Árabe #5





Om Kalthoum (Arabic: أم كلثوم ; outras formas que o nome assume: Om Kalthoum, Umm Kulthum, Oum Kalsoum, Oum Kalthum, Omm Kolsoum, Umm Kolthoum, Um Kalthoom) foi uma cantora e compositora egípcia (1904-1975). Om, Fairouz e Asmahan serão eventualmente as mais conhecidas e adoradas cantoras do mundo árabe.

Música Árabe #4

DIANA HADDAD
Biografia

28.9.06

Música Árabe #2

FAIRUZ
Biografia



Música Árabe #1






Oh night
Oh Why, my love
My love, why
My Love why are you like that (cruel) when I love you so?


Why
My love, Why
My love, why are you like that, when I love you?
My love, why are you like that, when I love you?


Why?
I, I know that you love me
Why, oh the time that passes


My soul
Oh where is the justice, your honour the judge?
Oh there is no mercy at your hands
My torment, to you is nothing.


Oh why?
My love, why like that?
When I love you so?


You made me love you
Why, why, why
My master
Oh Why
Oh my love
One day you will face your fate and ask for mercy from my
inspiration
Oh my soul
I have mourned, mourned, mourned
There is no mercy at your hands
And my torment, to you is nothing.




24.9.06

Natasha Atlas



Tem origem egipcia, palestina e marroquina, mas viveu sempre na Europa. Os primeiros anos passou-os no quarteirão marroquino de Bruxelas e foi aí que aprendeu as técnicas de raks charki (dança do ventre) que ainda hoje utiliza em cena. Já adolescente, mudou-se para Inglaterra com a família, e é neste país que inicia a sua carreira como cantora. Fala correntemente francês, espanhol, árabe e inglês. A sua música funde todas estas influências. Mistura ritmos do Magrebe e egípcios com sonoridades ocidentais.
Em 1994 encontra os tecno-world Transglobal Underground e torna-se a sua vocalista principal. É com a ajuda de músicos deste grupo que lança o seu primeiro álbum, Diaspora. Ouçam-na no Festival de Jazz de Montreux (2004).

Em 1996 é lançado Halim, uma homenagem ao grande cantor egípcio Abdel Halim Hafez.
Gafsa é uma canção deste álbum e neste vídeo poderão ouvi-la como fundo musical de uma cena do filme sul-coreano bin-jib (Ferro 3), do realizador Kim Ki-Duk.
Natasha Atlas tem participado nas bandas sonoras de vários filmes: o muito falado Intervention Divine de Elia Suleiman (Palestina); Dunia de Jocelyne Saab (um filme que se tornou polémico no Egipto por abordar a questão da excisão feminina).

Em 1999 aparece Gedida, o álbum que inclui a famosa canção Mon Amie La Rose. A sua interpretação desta canção de Françoise Hardy tornou-a famosa em todo o mundo, oriente e ocidente.

Em 2001 ela lança outro álbum, Ayeshteni. Seguem-se Put A Spell On You em 2002 e Something Dangerous em 2003. Finalmente, em 2005, é editado um best of que reune as melhores canções de Natasha Atlas.

É maravilhosamente dançavel e eu já imagino a festa no dia 28.



P.S.: ... mas, neste género musical, a minha cantora preferida é mesmo Majida El Roumi